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Diretoria Administrativa

Um Centro Espírita pode ser encarado como uma empresa, não no aspecto de usufruto de algum lucro, extorsivo ou não, mas na busca de uma alocação eficiente dos trabalhos imprescindíveis em qualquer organização que tenha como meta, uma boa condução das atividades que envolvam as relações humanas. Como se sabe, um Centro Espírita é uma organização composta de pessoas com diversos níveis intelectuais, tipos de atividades diferentes, que necessitam de um organizador geral e de organizadores das seções participativas, ou grupos distintos da casa.

É neste contexto que aparece a necessidade da administração, da utilização sincera dos princípios administrativos e na conveniência de objetivar o máximo de sucesso possível, para todos aqueles que participam de uma organização qualquer.Nos tempos modernos, cada vez mais a administração toma lugar em todos os tipos de organização quer seja pequena ou grande, tendo em vista que se busca a divisão das atividades que qualquer grupo possa desempenhar, pois, só assim, todos participam e compartilham dos ganhos ou prejuízos envolvidos. Desta forma, acaba-se lentamente a ditadura de quem quer dominar, ou comandar qualquer grupo que envolve um número expressivo de participantes que tem finalidades comuns, que é o crescimento de todos, indistintamente do menor ao maior grau intelectual.

É, por este prisma, que se pretende dar uma ideia de como organizar uma administração em um Centro Espírita, onde todos devem participar com a sua cota de trabalho, com a mesma satisfação como aqueles que têm cargos de comando em uma empresa.Os primeiros cientistas que trabalharam, ou estruturaram os princípios da administração foram: Frederic Winslow TAYLOR (1911) e Henri FAYOL (1931), nas primeiras décadas deste século, cujo sucesso empresarial nasceu dos pontos fundamentais de como uma organização deveria crescer com harmonia e sucesso. Com este raciocínio, determinaram que as principais funções da administração são: 1) planejamento; 2) organização; 3) direção; e, 4) controle que, seguindo fielmente sem intransigência burocrática, tem-se como resposta o progresso de todos, o sucesso. Ao comentar esses princípios, pensa-se logo em uma gestão empresarial que visa lucros, entretanto, os agrupamentos espíritas também precisam de uma estruturação que culmine com esse sucesso, não somente material, sobretudo espiritual como objetivo, e não o lucro monetário.